Friday, November 30, 2007

E O OSCAR TÃO LINDO DE CABELEIRA ENCARACOLADA!!!



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Monday, November 19, 2007

Transgender Children [Part 1/3]

Transgender Children [Part 1/3]
Vídeo enviado por alexiahm

http://tsvideos.wordpress.com/

Transgender Children [Part 2/3]

Transgender Children [Part 2/3]
Vídeo enviado por alexiahm

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Transgender Children [Part 3/3]

Transgender Children [Part 3/3]
Vídeo enviado por alexiahm

http://tsvideos.wordpress.com/

International Transgender Day
Of Remembrance
18 Nov 2007





For all Gisbertas murdered in Portugal
and around the world




workshop de fotografia de teatro

Falar de fotografia de espectáculo é falar de uma disciplina tão vasta e complexa como o seu objecto – um caleidoscópio de práticas e metodologias transversais que abarca todas as possíveis especializações fotográficas.
Da arquitectura do efémero ao retrato dos actores ecriativos, passando pela fotografia de espectáculo, se espelha naperfeição essa forma de Arte Total que está longe de se esgotar nafotografia de cena.
Partindo do real observável, próximo do registo documental, para chegar à narrativa ficcional, tão próximo da fotografia publicitária e de moda, se traça a rota do workshop que se adivinha uma pequena incursão na história da fotografia contemporânea.

Conteúdos
1_Imagem e memória. A materialização do efémero.

2_ Do texto ao palco. Dramaturgia da imagem.

3_Do visível e invisível em teatro.

4_Sarah Moon e Martine Franck. A fotografia de teatro em França.

5_Retratos de Actores. O estúdio Harcourt.

6_Imagens que mentem – a fotografia em Duane Michals.

7_A realidade da ficção - Sophie Calle e Jeff Wall.

8_Arquitecturas efémeras. Cenários materiais e virtuais

Orientadora: Susana Paiva

Data e Horário:

7 e 9 Dezembro das 20 ás 23.00 h

8, 9, 14 e 15 de Dezembro das 18.30 ás21.30 h

Inscrições até 30 de Novembro de 2007

Participantes:

O workshop destina-se a um nº máximo de 12 participantes, a partir dos 16 anos de idade.
Os participantes deverão ter acesso a uma máquina fotográfica digital e idealmente a um computador portátil
Preço: 65,00 € por Participante

Sobre a orientadora:

Susana Paiva (1970) – Nasceu a 31 de Maio de 1970 na cidade da Beira–Moçambique. Trabalha actualmente na área de comunicação e imagem, exercendo as funções de jornalista, fotografa, designer gráfica e videasta.
Tem trabalhado em diversos projectos multimédia, conciliando assim os seus conhecimentos nas áreas de imagem analógica e digital. Foi professora de fotografia da Academia Contemporânea do Espectáculo, (ACE) no Porto, e na Associação Portuguesa de Arte Fotográfica (APAF), em Lisboa, tendo leccionado nas áreas da fotografia de Teatro, fotojornalismo, fotografia documental, técnica laboratorial, suportes digitais e fotografia de autor.






Telef: 210994142

Wednesday, November 7, 2007

Monday, November 5, 2007

Comunidade?


Segunda-feira, Novembro 05, 2007


Tenho achado cada vez mais piada em relação à suposta comunidade LGBT. Todos os grupos ou associações se gabam de incluírem o T, no entanto a realidade demonstra que este T só existe por ser politicamente correcto. E isto a um nível mundial.

Por exemplo, nos EUA (como não podia deixar de ser) tem existido uma polémica ultimamente sobre um acto (act em americano) que supostamente deveria acabar com qualquer discriminação laboral que tenha a ver com orientação sexual e com identidade de género.

De seu nome ENDA, o acto de não discriminação laboral (Employment Non Discrimination Act em americano, como diria o Lauro Dérmio) é suposto acabar com toda e qualquer discriminação. Isto a nível federal, ou seja, todos os estados que compõem os EUA seriam obrigados a respeitar e fazer respeitar esta lei.

Com o apoio dos democratas e de alguns republicanos, entrou no senado para ser discutida e aprovada (cof cof). Todas as associações LGBT estavam esperançadas na sua aprovação, apesar de se saber desde o início que o presidente Bush iria vetar esta lei caso fosse aprovada.

A coisa começou a dar para o torto quando os representantes gays no senado chegaram à brilhante conclusão que tinha muito mais hipótese de ser aprovada se não incluísse a identidade de género.

Vai daí, toca de retirar a comunidade T da lei. Sensação de dejá vu? Pois, também eu! E apesar de todos (ou quase todos) os grupos e associações norte-americanos bradarem aos céus em alto e bom som que não, não se deve deixar a comunidade T (muito politicamente correcto, não acham?) o ENDA lá seguiu sem T.

Como o burburinho tem sido muito, os ditos representantes da comunidade têm-se esforçado para diminuir o ruído. Já se falou num segundo act somente com identidade de género, já se falou que o ENDA voltava à primeira forma, enfim, uma catrefa de boatos como é normal nestas situações.

O facto é que, sempre que é necessário, a comunidade T não passa de moeda de troca. Fazem-se exigências em seu nome, sabendo de antemão que, para que passem leis LGB, o T vai ser abandonado. O T serve de papão, a ameaça que ofusca o que verdadeiramente se quer.

Lembram-se quando da introdução da orientação sexual na Constituição Portuguesa? Pois é, originalmente incluía também a identidade de género.

E agora pergunto-me eu, que raio de comunidade é esta em que nos metem, que nos tem abandonado sistematicamente? Isto é que é uma comunidade? LGBT? Pois, contem-me histórias que eu gosto.

Já é altura de mudar, não???


"Todos os dias quando me olho ao espelho
Vejo uma pessoa que não sou eu
E todos os dias me lembro
Que não me deixam ser quem sou"